segunda-feira, 26 de abril de 2010

(2010/112) Bom dia, Colina!


1. Que seja esse que se inicia um bom dia para todos nós.

2. Bem, há possibilidades de, finalmente, ser decidido o "tempo" das demissões ainda essa semana. Os acertos necessários estão sendo processados, os cálculos, ultimados, e, então, o senhor Diretor tratará pessoal e diretamente com a Diretoria da CBB a respeito dessa delicada e importante questão. Manterei a todas e a todos informados.

3. A Coordenação não tem informações novas a respeito dos salários (02 [alguns já foram pagos] e 03/10) em atraso. De "certo", sabe-se que os salários de abril (pagos em maio), já são de nossa responsabilidade. Contudo, é sabido que, sem as demissões previstas nas metas da Diretoria da CBB, não há chances reais de a Colina, por si só, fazer frente à folha de pagamento. Segundo informações já neste blog divulgadas, a Colina está rodando no vermelho em R$ 107.000,00. Considerada uma folha de pagamento alguma coisa entre 130.000,00 e 150.000,00, resulta óbvia a conclusão de que 2/3 da mesma não podem ser pagos, sem que o equilíbrio financeiro da Instituição seja alcançado - para o que, contudo, dependemos das demissões, que, por sua vez, dependem do "tempo" de decisão e ação da Diretoria da CBB.

4. O Diretor da FABAT está inteirado das circunstâncias, e empenhado em contorná-las junto à Diretoria Executiva da CBB. A Coordenação manterá a comunidade da Colina informada.

5. Trata-se essa de uma situação muito delicada, e não há nada de positivo em ela coincidir com a visita do MEC. Digamos assim: em termos "teológicos", Deus gosta de levar a gente até o limite da confiança... Não me importo (tanto) de jogar esse jogo. Todavia, se tudo der certo, os louros são - e são! - de Deus. Mas, se der errado, ai "minhas" costas... Antes do encontro cultural entre Israel e a Pérsia, a religião israelita/judaica cria que Yahweh fazia tanto o bem quanto o mal (Is 45,7). Depois dos persas, os judeus mudaram o modo de pensar, e passaram a acreditar que Yahweh só (pode) faz(er) o bem, não o mal. Aprendemos assim, até do Novo Testamento. De modo que é fácil creditar a Deus as coisas boas, mas não podemos creditar a ele as ruins - aí, só restam duas alternativas: ou as nossas costas, humanas, ou as do diabo... Yahweh, Yahweh, segura essa, meu bom amigo...


OSVALDO LUIZ RIBEIRO
Coordenador Geral Acadêmico

Um comentário:

  1. OI, Osvaldo,
    Há, em mim, uma perplexidade que não se quer calar: se não tivesse havido o movimento daquela quinta-feira de março, as coisas estariam diferentes? Ou continuaríamos fingindo que não tínhamos necessidades econômicas, éramos ovelhinhas santas e a CBB ainda estaria felicíssima conosco?
    Caso a pensar, pois Yahweh está levando uma culpa que, a meu ver, não é dele. Abs, Celeste.

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